Geração Z cobra respeito e parceria de lideranças mais experientes
- Redação

- 26 de dez. de 2025
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A entrada definitiva da geração Z no mercado de trabalho está redesenhando a dinâmica entre líderes e equipes. Jovens profissionais não rejeitam a experiência das lideranças mais velhas, mas deixam claro que esperam relações baseadas em respeito, troca real e aprendizado de mão dupla. A hierarquia tradicional, sozinha, já não sustenta engajamento nem confiança.
Estudos recentes indicam que esses jovens querem participar das decisões e contribuir de forma concreta, indo além de papéis simbólicos. Eles valorizam ambientes onde suas ideias são ouvidas, onde perguntas abertas substituem respostas prontas e onde a escuta ativa faz parte da cultura de liderança. Mentoria é bem-vinda, desde que não venha carregada de condescendência.
Outro ponto sensível é a autenticidade. A geração Z percebe rapidamente quando é incluída apenas para compor discurso ou imagem institucional. O que gera conexão é participação real: espaço em conselhos, projetos estratégicos e processos de construção coletiva, com responsabilidade compartilhada e reconhecimento claro.
No fim do dia, a mensagem é objetiva: jovens querem dividir poder para gerar impacto. Lideranças que adotarem uma postura mais aberta, curiosa e colaborativa tendem a construir times mais fortes, diversos e preparados para mudanças. A colaboração intergeracional deixa de ser um discurso bonito e passa a ser uma alavanca estratégica de futuro.

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